2023–2026

INDIE - METAL - ROCK

Mutations Festival

Ranking

#1.234

✓ 4 edições documentadas
Próxima edição

Mutations Festival 2026

Quando

23–24 DE OUT DE 2026

Onde

Brighton, Brighton e Hove

País

Reino Unido

Artistas em destaque

Lineup a caminho — publicamos assim que for confirmado.

Faltam

02
Dias
12
Hrs
49
Min
55
Seg

Fan service

Números, sede e manias da casa

Edições documentadas42023–2026
Anos de história12 anosdesde 2015
País habitualReino Unido

Sobre o festival

Mutations é o fim de semana de rock, indie e metal repartido pelas salas pequenas de Brighton. Produ-lo a FORM, promotora de Londres e da cidade. The Argus, em 2015, diz outra coisa do arranque: a ideia é da One Inch Badge, saída do Drill de 2014, e o primeiro cai a 28 e 29 de novembro de 2015, com mil bilhetes. A City Girl Network escreve que o fundou a FORM. As duas frases ficam. A Circuit Sweet numera 001 em 2015, 002 em 2019 num sítio nos arredores, 003 em 2021 de volta ao centro, e 004 de 3 a 6 de novembro de 2022. Isabel Meszaros chama sétima à de novembro de 2025. Hayden Merrick escreve que o ano anterior durou cinco dias e que 2025 se apertou em dois.

Esses dois dias são sexta-feira 7 e sábado 8 de novembro de 2025. A Meszaros lista nove salas: Chalk, Dust, Patterns, Revenge, The Folklore Rooms, Alphabet, The Hope and Ruin, The Prince Albert e Green Door Store. Mais de 90 atuações. A pulseira recolhe-se atrás do Chalk e dali caminha-se. O preço que ela anota é de 50 libras. Em muitas salas não há barreira. O Merrick escreve que o pessoal vê grupos do meio-dia à noite, que quase sempre se entra, e que os Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs no Chalk vão um a um. O Alphabet, com Congratulations, também. Na sexta chove. Caspar Motley, na Festivals & Gigs, escreve outro relógio: depois das 22:00 quase todas as salas fecham e as pessoas amontoam-se no Dust e no Hope & Ruin. Os Lambrini Girls acabam no Chalk quinze minutos antes do horário e a fila do Dust fica impossível. A Meszaros escreve das 15:00 às 3:00. Os três relógios ficam lado a lado. Não há patrocínio de palco. A exceção do Merrick é um cordão a que chama Scratchcard Lanyard. As bandas vendem t-shirts de caneta e fanzines em mesas manchadas de cerveja.

No sábado à noite, no Chalk, os Lambrini Girls fecham na sua cidade. Phoebe Lunny põe à votação um enema de grupo, uma pirâmide humana ou o pogo maior que o festival tenha visto. A baixista Selin Macieira-Boşgelmez lê um texto sobre o direito de quem migra a viver onde quiser, e fecha dizendo que quem não se sente bem-vindo no país está naquela sala. Minutos antes a sala grita fuck JK Rowling. Em Bad Apple o canto é all cops are bastards, e o Merrick vê gente a sair entre murmúrios. A Lunny diz: Trans women are women. Trans men are men. Fecham com Cuntology 101, atiram água e a Lunny larga a guitarra no chão e lança-se ao público. Por um código pedem dinheiro para a mesquita de Peacehaven, atacada pouco antes. Por cada pessoa que sai, o Merrick conta duas que entram: mães, pais, avós.

Na sexta, na mesma faixa, tocam Fickle Friends, Ditz, UNIVERSITY e Dry Cleaning. O Merrick fica com os Dry Cleaning. Florence Shaw, escreve ele, parece um espectro, e a sala fica pendurada em cada sílaba. Não fixa títulos. Os Party Dozen são o único grupo que toca duas vezes e o único australiano: Kirsty Tickle no saxofone e Jonathan Boulet na bateria. Enchem o buraco de Mary and the Junkyard no Chalk, depois do Patterns. Os Ain't, por correio, escrevem Mary in the Junkyard. Antes do tema, a Tickle brinca que ninguém os convidou e grita Ghost Rider, dos Suicide, dentro do sino do saxofone. Os Ratboys, de Chicago, estão no Revenge, o clube LGBTQ+ que o Merrick chama o principal da cidade. A guitarra de Dave Sagan crepita. Canta o riff de I Go Out at Night no mesmo microfone de Julia Steiner.

A Meszaros, na mesma semana, vê no Chalk os Brown Horse, de Norwich, com acordeão e pedal steel, e os Keo: os irmãos Keogh, Finn Keogh na voz, um disco oficial, roupa preta. Depois os Pigs, com Matt Baty a saltar, pouco texto e pogos. Fecha a noite no Hope and Ruin com os Courting, de Liverpool. T-shirts que dizem I Love Courting. Parte do público queria temas novos e ouviu os velhos. Os Ain't, no sábado no Hope & Ruin, distribuem uma fanzine de outono. Hanna Baker Darch ilustra os cartazes. Ed Randall faz caligrafia. George Ellerby desenhou as duas últimas capas, gravadas em Hove com Theo Verney no começo desse ano. Joe Lockstone armou os cadernos com recortes e notas, a olhar para o balcão da Peckham Books. Os Mandrake Handshake chegam com nove músicos. Elvis Thirlwell toca maracas o tempo todo, e às vezes um ovo. Tooth, Teeth e Teethen estão os três nesse fim de semana.

O que fica ouvido é Cuntology 101, Ghost Rider e I Go Out at Night. A portada anuncia uma sexta 23 e um sábado 24 de outubro, dez salas e mais de cem nomes, e põe no cartaz Mike D 5D, dos Beastie Boys, e dove ellis, com a minúscula do sítio. Esse cartaz não é uma visita. O fim de semana de Brighton é o que o Merrick e a Meszaros já fecharam.

Site oficial · mutationsfestival.com

Géneros

INDIE

METAL

ROCK

Ficha

Mês habitual
novembro
Duração típica
3 dias
Cidade habitual
Brighton
Sequência mais longa
4 anos seguidos
Organizador
FORM
Primeira edição
2015

Artistas recorrentes

Os que mais repetem nas edições desta franquia.

Sem top artistas

Sinal cruzado insuficiente entre franquia e arquivo.