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✓ 7 edições documentadas — 56 artistas participaram

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Números, sede e manias da casa

Edições documentadas72007–2026
Anos de história20 anosdesde 2007
País habitualFinlândia

Sobre o festival

Tuska é o fim de semana de metal de Suvilahti, em Helsínquia. De 28 a 30 de junho de 2024 ocupou quatro palcos. A Klaudia Weber assinou-o a 8 de julho na Stalker Magazine. O sábado esgotou com 23.000 bilhetes. O fim de semana juntou umas 60.000 pessoas. Havia redes, e na entrada, na água e nas casas de banho esperava-se menos de cinco minutos. Na faixa da frente não se podia entrar com bebida. A cerveja saía por pouco menos de dez euros, com um euro de depósito. Os pratos, entre doze e quinze. Um casal casou-se no recinto. Em 2024 anunciou-se como o número 25, e um texto de 2023 já tinha usado esse número para o verão anterior. Faziam falta tampões.

Na sexta fez um calor de trópico. Os Alestorm, da Escócia, encheram o palco de patos de borracha. A Patty Gurdy subiu de convidada. Fecharam com Fucked with an Anchor. O Kerry King, dos Slayer, acabava de pôr um disco a solo. O Paul Bostaph agradeceu à sala a atitude e a raiva, e o mosh arrancou com os temas de From Hell I Rise. A meio soou o riff de Reign in Blood. Os Suburban Tribe faziam trinta anos na tenda da Radio City. O Jouni Markkanen, o chefe do Tuska e ex-cantor, subiu para Sunflower e First Spring Day. O Ville Tuomi tem mais voz. Mesmo assim a sala recebeu o momento. Os Dimmu Borgir, também nos trinta, fizeram setenta minutos. O Shagrath lembrou o primeiro concerto no Lepakko, vinte e sete anos antes, anunciou Spellbound by the Devil e soltou um saatana perkele.

No sábado choveu de manhã e o ar ficou mais suportável. Os Rytmihäiriö abriram cedo a tenda, já cheia. O Une saiu aos ombros na versão longa de Saatana on herra. Os Solence fechavam ali a digressão e estream All of the pain must go. Os Tarot, com os irmãos Hietala, abriram com Pyre of Gods e à Weber arrepiou-se a pele. O Zac levava pastilha ou um cigarro no canto da boca. Falharam um teclado e o micro do Marco. Soou Rider of the Last Day. Os Sonata Arctica, que tinham estado no Tuska pela primeira vez vinte e cinco anos antes, puseram cedo I Have a Right. O fundo era uma paisagem de inverno que não arrefecia ninguém.

Os Kaunis Kuolematon encadearam Peilikuva e Syttyköön toinen aurinko, e depois Paha ihminen, com um trecho cantado só pelo público. Os Stam1na levaram ecrã e coristas. Em Kannan sinut läpi hiljaisen huoneen saltaram as lágrimas à Weber. Aos Amorphis morreu-lhes o som uns segundos no primeiro terço. Com os monitores no ouvido pode ser que nem tenham reparado. Os Riverside continuavam de pé depois da morte do Piotr, em 2016, e a Weber conta-os entre o melhor do sábado.

O domingo foi o das crianças, Pikku Tuska. Dos zero aos doze anos entra-se grátis das duas às seis, com proteção para os ouvidos. Essas horas de crianças tinham começado em 2019 com os Hevisaurus. Os Beyond The Black puseram Songs of Love and Death, Reincarnation e When Angels Fall. A Jennifer Haben meteu um joik. Era a segunda vez do grupo na Finlândia. Os Warmen, os do Janne Wirman, o teclista dos Children of Bodom, romperam o lotação da tenda. Soaram Hate Me, Sixpounder e In Your Face, e fecharam com Somebody Is Watching Me à maneira dos Bodom. O Petri Lindroos soou perto do Alexi Laiho. Os Lost Society cobriram os Bad Omens, que tinham cancelado as datas de verão.

A Eivør, das Feroé, estreava-se no Tuska. Com a voz e um tambor de xamã fez Trøllabundin. Um terço do concerto saiu do disco Enn. A Weber chama-lhe o melhor do fim de semana. Os Opeth voltaram ao death metal. Havia uma ponte para o público. Ouviu-se o canto de Waltteri, e o baterista finlandês ficou com o palco para uma vénia. O Mikael Åkerfeldt alongou os discursos. Para a Weber foi o melhor Opeth desde 2006. Os Brothers of Metal, com a Ylva Eriksson, fecharam o círculo do folk. Os Parkway Drive apagaram o festival com chamas, fogos e uma hora e meia.

Site oficial · www.tuska.fi

Redes

Géneros

METAL

Ficha

Mês habitual
junho
Duração típica
3 dias
Cidade habitual
Helsinki, Uusimaa
Sequência mais longa
2 anos seguidos
Primeira edição
2007

Linha do tempo

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