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✓ 43 edições documentadas — 103 artistas participaram
Próxima edição

Open Flair Festival 2027

Quando

04–08 DE AGO DE 2027

Onde

Eschwege

País

Alemanha

Artistas em destaque

Lineup a caminho — publicamos assim que for confirmado.

Faltam

307
Dias
17
Hrs
36
Min
29
Seg

Qual foste (ou vais)?

43 edições para explorar · futuro, live e passado

43 de 43 edições

Fan service

Números, sede e manias da casa

Edições documentadas431985–2027
Anos de história42 anosdesde 1985
País habitualAlemanha

Sobre o festival

O Open Flair é o festival de agosto em Eschwege, no triângulo de Kassel, Göttingen e Erfurt. Leva-o o Arbeitskreis Open Flair e.V., um círculo voluntário sem fim de lucro. A página de 1985 do sítio diz que a primeira foi de 6 a 8 de setembro de 1985, uma só vez, no Burg Ludwigstein. As reuniões começaram em novembro de 1984, a partir do centro juvenil Schlossmühle e de outros grupos do distrito de Werra-Meißner. Alexander Feiertag, desse arranque e ainda à frente, resume a ideia: queriam salvar o mundo. O lema foi Die Provinz schlägt zurück. O mesmo texto põe Nuclear Graffiti, de Eschwege, a abrir: a formação anterior dos Bates. Com eles, Embryo e o blues de Louisiana Red. Uns 200 voluntários. A HNA, na nota dos 40 anos, conta uns 1.300 convidados, chuva depois de semanas de calor e uns 3 graus de noite, e nomeia Flatsch, Rotte Korah e Manfred Mann's Earth Band. O gerador acabou no fosso porque a tomada não chegava. As duas listas de nomes ficam juntas.

Desde 1986 o festival está no Werdchen, a ilha do Werra, e fica ali. A Wikipedia conta umas 20.000 pessoas por ano e três palcos de música: a Seebühne no Werratalsee, a Freibühne e o palco Bob. Desde 2017 somam a Hofbühne e o Elektrogarten. De 1993 a 2003 caía no princípio de junho. Em 2004 passou a agosto. Desde 2005, o segundo fim de semana de agosto. Em 1996 quase parou. Em 1997 Feiertag tomou o posto de gerente. Em 2000 o círculo fechou com um défice de uns 100.000 marcos alemães. A HNA converte esse número, com a inflação, em uns 81.000 euros. A Festivalstalker chama 41.ª à de 2025. A Franzi, na Festivalhopper, chama 42.ª à de 5 a 9 de agosto de 2026. A página, lida a 13 de setembro de 2026, continua a vender um agosto de quatro dias e diz que já se foi mais de 80 por cento desses bilhetes. Esses dígitos de ano não se imprimem. No fim de semana de 2026 anunciaram os Die Ärzte como cabeça dessa data posterior. Uma crónica deixa o bilhete antecipado em 119 euros.

A Franzi e o Scotty caminham esse agosto. O camping abre à segunda. À quarta a música é só na Seebühne. O clube FeM, de Ilmenau, põe a parede de vídeo. Da tenda a um palco são 10 a 20 minutos a pé. Os Das Lumpenpack, com Ford Fiesta, sentam-se num carro insuflável e deixam-se levar. Depois surfa uma tenda com gente dentro. Os PA69 tocam Moshpitproblem e pedem um mosh FLINTA. De noite, com a DLRG na água, ouvem-se os Dropkick Murphys desde o lago, sem um título. À quinta, os Bluthund trepam as vigas. Os From Fall to Spring quebram a conta de gente a surfar. À sexta, os Kaffkiez passam da Freibühne, quatro anos antes, para uma Radio Bob cheia. Os Emil Bulls fecham a noite desse par no pit, sem um título.

Ao sábado, o soundcheck dos Feine Sahne Fischfilet deixa Diese eine Liebe três vezes sobre a primeira cerveja do Green Camp de trás. Às 18:00 o Monchi lê na tenda de Jenseits der Brandmauer. Às 22:30 a banda fecha com gente no palco e com Komplett im Arsch. Annekathrin Linge, na stagr a 17 de agosto de 2026, caminha o mesmo sábado. A Bibiza, de Viena, faz Narcotic, dos Liquido. Frank Turner and the Sleeping Souls, com o disco Undefeated, recebe o Ingo Donot em Do One. Os Donots, de Ibbenbüren, abrem com Calling e Whatever Happened To The 80s. O ténis de mesa: a Linge deixa-o com um fã no pit, os dois levantados com a mesa; a Franzi deixa-o com uma pessoa em cadeira de rodas contra o Ingo. Em 2018, a pedido de um fã, pediram inscrição na DKMS. Esse fã, Sören, já curado por uma doação de medula, sobe. Os Babyshambles põem The Delivery em segundo. As legendas escrevem Annekathrin Linge e também Annekatrhin Linge.

Ao domingo faz muito calor. Os Giant Rooks, na Radio Bob: em White Stairs o Frederik Rabe desce ao público, e o fecho é uma chuva de confetes. Dizem que querem voltar. O Bosse abre o primeiro tema atrás de uma lona, com um coro de 30 fãs: Lass dich nicht f*cken, reescrito para crianças como Lass dich nicht zwicken. Em Ein Traum aparece numa escada no meio da gente. O fecho é Der letzte Tanz. Os Biffy Clyro, da Escócia, fecham o festival. A Franzi acrescenta um fogo pequeno. Nenhuma das duas crónicas fecha um título dos Biffy. Os Hot Water Music, com Chuck Ragan, levam o disco VOWS: é o disco, não um tema marcado dessa tarde. Os Less Than Jake levam a EP Uncharted na mala, sem um título fechado.

No E-Werk, o slam deixa na final dois textos, de palavra e não canções: Warum Mülltrennung wichtig ist e Warum man keine Bilder von Genitalien verschicken sollte. A Ana Lucia, da Heute Show, ocupa uma hora na tenda. No camping há ioga com cerveja, hobbyhorsing entre Walk of Shame e Monstergasse, e uma kisscam. O Green Camping não admite carros. Em cada palco há uma plataforma para cadeiras. O sítio conserva-se.

Site oficial · www.open-flair.de

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INDIE

POP

ROCK

Ficha

Mês habitual
agosto
Duração típica
3 dias
Cidade habitual
Eschwege, Hessen
Cidades distintas
2
Sequência mais longa
36 anos seguidos
Organizador
Arbeitskreis Open Flair e.V.
Primeira edição
1985

Linha do tempo

Um artista por ano, o de melhor ranking

Artistas recorrentes

Os que mais repetem nas edições desta franquia.