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2 edições para explorar · futuro, live e passado
Números, sede e manias da casa
O Oranjebloesem é o festival de um dia no aniversário do rei, em Amesterdão. A ficha da 4PM Entertainment deixa-o fundado em 2014, com o peso no techno, na house e no trance, e diz que desde 2019 o sítio foi o Olympisch Stadion, com um número deles de cerca de 30.000. O Het Parool escreve que a 4PM o tomou da Chasing the Hihat. A 27 de abril de 2026, já passado, a Festivalinfo e a RAI põem-no dentro, na RAI, com a Free Your Mind, das 12:00 às 22:00, entrada C. Desse dia não há um tema fechado numa crónica. A ficha da RAI põe o preço em 63,50 euros e fala de quatro salas. O endereço da sala é Europaplein 24, 1078 GZ Amesterdão, apartado 77777, 1070 MS. O telefone da sala é +31 20 549 12 12. A Festivalinfo anota o comboio na estação RAI, ao lado, para Amesterdão Centraal, Schiphol e Utrecht. O sítio do festival continua a mostrar essa data. O endereço conserva-se.
O Het Parool diz que a 4PM cancelou a edição de 2025: custos de produção, inflação e pressão do mercado. Escrevem que não podiam dar a qualidade do costume. O dinheiro dos bilhetes volta. A after Nachtbloesem, a de depois do festival, nesse ano segue. O Kingsland, o outro festival da mesma casa, também segue, e é outro. A Festileaks, em fevereiro de 2025, acrescenta que 2023 já tinha caído: os Metallica tocavam nesse Koningsdag na Johan Cruijff ArenA e o pessoal não chegava. Floris ten Hacken, a 28 de abril de 2022, escreve que essa volta chegava três anos depois da edição anterior.
Kevin Linders, na Festival Fans, com data de página 2 de maio de 2024, caminha o 27 de abril de 2024 no estádio. Escreve que Willem-Alexander soprava 57 velas e que havia cinco palcos. Na rua, a caminho, uma Heineken da feira da ladra a 2 euros. Dentro, a cerveja pequena a 3,90. No palco do cais, a Rozie mistura trance e house e fecha com Hello, de Martin Solveig. O público canta a melodia. Depois o Joris Voorn no palco grande, sem um título solto. O Linders diz que o set se lhe torna monótono. Na tenda, Michel de Hey e Luuk van Dijk, costas com costas, sem título. A Amelie Lens fecha o palco grande, mais dura do que o Voorn, sem título. Às 20:00 apaga-se.
Lars Besselink, na mesma página, caminha o mesmo dia. A previsão era chuva. O sol sai aos bocados e não faz falta casaco. Escreve que a música acaba às 20:00 por uma regra de Amesterdão, não porque a casa o quisesse, e que o dia começou às 12:00. O DJ Guide, para esse sábado, põe das 11:00 às 20:00. As duas horas de abertura ficam juntas. Cacifos, casas de banho sem fila longa, pagamento com cartão e sem fichas. Cerveja pequena 3,90 euros, grande 7,80. O Besselink fica no Onder het Vuur e na hoofdtribune. O SNTS enche o estádio de schranz, sem título. O Joris Voorn, batidas mais leves de drumcode, sem título. A Paula Temple fecha, com luzes laranja e lança-chamas que saem do palco, sem título. O endereço desse dia é Olympisch Stadion 2, 1076 DE Amesterdão. Idade mínima 18.
O cartaz do DJ Guide reparte, sem mais títulos, a hoofdtribune entre Amelie Lens, Bart Skils, HI-LO, Joris Voorn e Mees Salomé. Op het Veld: Creeds, Cynthia Spiering, DYEN, LENA e Nico Moreno. Onder het Vuur: Charlie Sparks, Fatima Hajji, Paula Temple, SNTS e Stan Christ. Na tenda: Cher Semain, Easttown, Julian Anthony, Litmus, Locklead, Luuk van Dijk, Marco Lys, Mateo Dufour, Michel de Hey e Saar Kuus. Langs de Kade: DJ Europarking, Lucky Done Gone, Rozie, Spacer Woman e Surf 2 Glory.
Floris ten Hacken, na Festileaks a 28 de abril de 2022, com fotos de Mark Richter, caminha a volta no mesmo estádio. Op Het Plein, arquitetura googie, com Antal e David Vunk. A Festileaks escreve Vunk. Langs De Kade, uma casa atrás do dj e house. Onder Het Vuur, contentores. In Het Stadion, De Sluwe Vos e Reinier Zonneveld, e um eco das bancadas: nalguns pontos ouve-se a música à frente e atrás. Antal e Carista trocam de hora no papel. O Toman, na Langs De Kade, mete tech house e, por vezes, um acid dos anos noventa com uma amostra que diz house music. Isso é a amostra, não o título do disco. I Hate Models sobe o pulso a meio da tarde, pára a música e volta a meter o baixo. Leva máscara. A crónica diz que não é médica. Depois do Joris Voorn, o Zonneveld enche as bancadas com live techno e mete o disco Hard Gaan. O ten Hacken escreve que nesse momento sai o sol. Há um ponto de encontro no campo. Às 20:00 acaba. Quem segue vai à Nachtbloesem.
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