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2023Paral-lel Festival 2023
Números, sede e manias da casa
O Paral·lel Festival é o fim de semana de techno e ambient na montanha, com um só palco e lotação curta. A associação Owling Events sustenta-o. Fèlix Beltran é cofundador, com Jordi Agustí e Patricia. Esther Casado e Amat entram na equipa antes do primeiro. Em 2023 a Vanity Dust nomeia Esther, Amat, Patricia, Jordi e Félix como quem o leva. A capa de parallelfestival.com, lida a 28 de setembro de 2026, titula de 24 a 26 de julho em Port del Comte e continua a vender bilhetes dessas datas. A morada é Telecadira del Sucre, 25284 Lleida. A página diz uns 140 quilómetros e uma hora e cinquenta desde Barcelona, nas montanhas que escreve «Prepyrenan». O autocarro sai de Barcelona à sexta e volta ao domingo ou à segunda. A Mixmag, Maf Rodriguez, a 31 de agosto de 2026, chama nona a esse julho: pista de esqui, um domo e duas torres Funktion One, quinze artistas, e nenhum título.
O anúncio do primeiro, que a Vanity cita, situa-o de 2 a 4 de setembro de 2016 nas montanhas de Guardiola de Berguedà. Os eixos eram lotação limitada, natureza, um só palco, e techno e ambient durante três dias. O Regió7, a 13 de agosto de 2019, chama quarta à de 30 de agosto a 1 de setembro. Pelo segundo ano seguido aloja-se no Hotel El Jou. Esgotam-se 1.000 bilhetes em dez semanas. Beltran chama-lhe algo que não tinha acontecido. Quarenta por cento do público vem de fora. Há 35 horas de música. Esther Casado leva a programação nessa mesma apresentação e nomeia Mousedown, Guillam e Refracted como artistas do país. Há quatro oficinas profissionais. São anúncios, não peças ouvidas. Numa conversa da Patterns of Perception, sobre a terceira, Beltran diz que a Patri chegou depois das conversas com Jordi e que o Jacopo, após o primeiro ano, desenhou a imagem. Enrique, Svreca, tocou em 2016 e semanas depois no Labyrinth do Japão. Ali muitos lhe perguntaram pelo Paral·lel. O parecido com aquele festival das montanhas do Japão é a frase dele, não um fim de semana partilhado. O alcaide de Guardiola, Josep Lara, está na apresentação. Donato Dozzy encabeça o cartaz. A Vanity, anos depois, lembra esse fecho de 2019 como o que subiu a energia, sem uma peça. Depois ficam sem sítio por causas alheias ao plano, e a pandemia corta dois verões. A Vanity chama quinta à de 2022, a primeira em Port del Comte, o primeiro fim de semana de setembro.
Nessa sexta 2 de setembro de 2022 a previsão anunciava um dilúvio que não chegou. Só choveu no sábado de madrugada, antes de alguém sair da tenda. De manhã o ambient sai do sistema e ouve-se da lona. A Vanity escreve que a hora deixa de ser as sete da tarde e passa a ser «F-on», e que depois são «as Kangding Ray». Nesse troço alguém grita que estão a pôr o tema dele. A voz é a de Viels. O tema é Movement, o que tinha saído na Utopia Society. A luz da sexta é tão baixa que o bar precisa da lanterna do telemóvel. Shackleton fecha para o melódico, sem um título. De dia aparece um cartaz com as letras de Paral·lel, ao modo das colinas de Hollywood. As fotos são de Sara Llobet.
No sábado, a Vân Anh entra porque o Peter Van Hoesen não pode viajar. Não estava no cartaz. O set dura uma hora e meia, e um pouco mais. A Vanity reconhece Time to Time, de Exos, um tema de 2022. Na gravação a descolagem cai no minuto 01:12:12 e a fusão com o seguinte, por volta de 01:16:16. A Jane Fitz fecha essa noite com problemas de som na cabine: no domingo, no prado, enquanto começa o Konduku, diz à Vanity que adora misturar, que não pôde fazer bem as misturas de vinil e que o set saiu diferente do que tinha planeado, e que o público ficou perto. A Gigi FM ocupa a tarde, sem uma peça. O DJ Nobu fecha o domingo 4 com quatro horas. A prévia anuncia-o assim. A crónica trata-o como o fecho vivido e não lhe põe um tema.
Rodriguez parte o julho de 2026 em Prólogo, História e Epílogo. A sexta abre o Puntalaberinto ao vivo, seguem Xiaolin e Refracted, e fecha a Dasha Rush. O sábado abrem Jin Mustafa e o direto de Ishq. Seguem Mammo, o direto de Shed, Zara e Reeko. Os Sandwell District fecham o dia, sem uma peça. O domingo abrem AIWA e o direto de Sabla. Marie Pravda trabalha a percussão. Marco Shuttle fecha com o pôr do sol, também sem um corte. A página dos bilhetes nomeia ainda Marco Shuttle, Marie Pravda, Sabla, Refracted e zara, que a crónica já caminha, e AIWA. É o cartaz, não uma lista de temas.
O clube Paral·lel 62 de Barcelona é outra sala. O Delta Chamber de Amposta é outro festival. A morada de Port del Comte conserva-se. O dia com um título fixado ao minuto é o sábado de setembro de 2022, com Time to Time no set de Vân Anh.
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