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2023Park Sounds 2023
Números, sede e manias da casa
O Park Sounds foi o festival de um sábado no Huskvarna Folkets Park, na Suécia. Já não se faz. Arranca em 2017. A SVT, a 5 de fevereiro de 2025, conta que o parque o deixa: descem os bilhetes e sobem os cachês. No ano anterior, a 22 de maio de 2024, o mesmo meio diz que cancelam com pouco aviso o sábado 25, pela caixa. Esse cartaz não se caminha. Em 2020 e 2021 há pausa. O sítio parksounds.se, lido a 28 de setembro de 2026, responde 403 e conserva-se, sem servir de texto.
O parque data de 1925. A Messed!Up, a 21 de maio de 2018, chama o Park Sounds sucessor do Popadelica, outro festival de um dia e três palcos, de 2006 a 2013, no mesmo recinto. Em 2018 esgotam-se 1.400 bilhetes. O teto marca-o a sala coberta Teaterladan. A setlist.fm põe também a Rotundan em 2022 e 2023. A ficha do cancelamento de 2024, no sítio do parque, abre a porta às 15:00 e marca 495 coroas mais 55 de serviço. Rebecka Fridström, presidente da associação 1934, assina esse aviso como quem organiza. Chrille Peterson, do parque, é a voz do fecho de 2025. Per-Magnus Söder, na SVT, diz que a economia pesou e que se venderam menos bilhetes do que noutras datas do verão.
O sábado com títulos de 2018 é 19 de maio, segundo a setlist.fm. A crítica sai a 21. Sarah Klang, num set mais curto do que o de Norrköping na semana anterior, canta Left Me on Fire, Rock N Roll Blues e Mind. Os High Tyde abrem com In Your Head. A voz é Cody Thomas-Matthews. Ouvem-se também Young Offenders e Glow. Os britânicos Dead! cancelam. Os Hurula enchem a Teaterladan. Robert Hurula, com estreia em 2014, abre com Allt ska försvinna. Jonna Löfgren, dos Glasvegas, vai à bateria. Segue Varje ensam natt, do EP Oss är allt. O público responde mais a 22, Ny drog e Ont som jag. Em Om jag tänker alls, a baixista Manuela Iwansson tem uma falha e ajuda-a Johan Gustafsson, baixista dos The Hives.
Jeff Rosenstock, na sala pequena, põe Yr throat e Festival song. Tove Styrke, de volta à Teaterladan, canta On the Low e a versão de Liability, de Lorde. Os The Hives fecham. Howlin' Pelle brinca, na crítica, que as bandas que os imitam são nove vezes melhores: é a frase dele, não uma medida. Abrem com Come On!, seguem Idiot Walk e Main Offender. Face a um espetáculo de Reading em 2014, a nota ouve dois temas novos: Paint a Picture e Stick Up. Tick Tick Boom alonga-se, com o público sentado. O bis traz Stick Up e Return the Favour.
O sábado de 2019 é 18 de maio, outra vez segundo a setlist.fm. A Messed!Up publica a 26. Säkert!, o projeto de Annika Norlin, abre com Snooza. A crítica calcula umas 800 pessoas e sete no palco. Cantam Allt som är ditt, que a nota chama uma canção sobre o abuso, e Dian Fossy, grafia da crítica, sobre o nascimento da filha. Gente ao lado chora. Um comentário de amigas mais novas leva-a a Det ska hända dig med. Os MaidaVale, na sala pequena, puxam do disco Madness is Too Pure, sem títulos na nota. Os Lion, com Beth Lowen, fazem de Self Control um dos temas fortes ao vivo. O baterista que a nota nomeia nos Cult of Luna é Thomas Hedlund, que também toca com os Deportees e os Phoenix. Os Junior Brielle põem VM 94, com versos do poema I rörelse de Karin Boye, e Dovas. O bis é Forever & Ever. A bateria ao vivo é Wilma Wall. Os Kite, de Småland, abrem com True Colors e seguem com Dance Again. O monitor de Niklas Stenemo falha e não há bis. As luzes são de Gustaf Lerne. Queen Zee canta Loner e I Hate Your New Boyfriend, e pontapeia um monitor para a fossa. Os Cult of Luna abrem com The Silent Man, com duas baterias. Os Spielbergs, pela primeira vez ao vivo na Suécia, abrem com Ghost Boy e fecham com We Are All Going To Die. Os Teddybears acabam o dia com Ahead of My Time, Yours to Keep e Punkrocker.
A setlist.fm data outras duas citações, 10 de setembro de 2022 e 27 de maio de 2023, sem que estas notas as caminhem tema a tema. O cartaz cancelado de 2024, na SVT, nomeia The Vaccines, Augustine, Loney Dear, Yaeger, Pkew Pkew Pkew, Svart Ridå, Nadia Tehran, Tender Youth e Dalmatin. É um anúncio, não uma noite. A Gaffa, a 5 de fevereiro de 2025, cita Peterson: pesa-lhe deixar um sítio onde a gente chegava por dois nomes e encontrava outros. O tema com que a Messed!Up fecha 2018 é Return the Favour, depois de Tick Tick Boom. O de 2019, com os Teddybears, inclui Punkrocker.
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