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NEOPOP 2027

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Números, sede e manias da casa

Edições documentadas92019–2027
Anos de história21 anosdesde 2006
País habitualPortugal

Sobre o festival

O NEOPOP continua a ser o fim de semana de techno no Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, onde o Lima sai para o Atlântico. O JN chama fundador a Raul Duro, com Gustavo e Paulo. No Público, Gustavo Pereira lembra a noite no carro com Filipe Rodrigues, Phil, e com Raul, e que depois apresentaram a ideia a Paulo Nery. Duro diz que em 2006 o nome era Antipop. O Público escreve Anti-pop. O sítio desta edição escreve ANTIPOP. As três grafias lêem-se juntas. Em 2009 o nome passa a Neopop. Duro diz ao JN que o «anti» soava mais extremo e que eles estão do lado da liberdade. O sítio e o JN fixam 6, 7 e 8 de agosto de 2026. Cris Pascual, no Wololo Sound, a 12 de agosto de 2026, também caminha o dia anterior no Teatro Sá de Miranda. Conta 32.000 pessoas. A NASTY Magazine escreve mais de 32.000. Os dois números ficam juntos. O nome velho volta só nesta edição. Essa crónica já imprime um agosto posterior. Esses algarismos não entram aqui.

Pascual põe o recinto no porto, junto ao forte do século XIII, com o farol e as ameias. A muralha alonga os ecrãs do palco grande e a estátua de mulher serve de ponto de encontro e de suporte para os horários. Os contentores armam o Anti Stage. O som, diz, é limpo nos três espaços, e não há reservados: a pista é o centro. A DubLab assina a imagem. O palco novo, o Back Stage, fica longe da passagem e mostra nomes locais. O campismo não cola ao recinto. Há autocarros. O guia imprime a quinta no Neo Stage: Space Riders às 21:00, DJ Gigola às 23:00, Nina Kraviz às 00:30, Ben Klock com Rødhåd às 02:30, Indira Paganotto às 04:30, BIIA com Patrick Mason às 06:00 e Héctor Oaks com Partiboi69 às 07:30. No Anti Stage: Viktor Flores, Marta, Goldie às 23:00, Mathew Jonson ao vivo, Supermayer, Enrica Falqui com Ivan Smagghe, Adiel com Quest e DJ Koolt com Rui Vargas.

No dia anterior à quinta, no Sá de Miranda, Pascual ouve James Holden com Wacław Zimpel, Mathew Jonson e Peter Mør com Sepypes. No campismo, antes da quinta, Héctor Oaks põe house. Na quinta há espaço. No Anti Stage fica com Marta, com o live de Jonson, com Supermayer e, à frente, com Adiel e Quest, sem um título. No Neo Stage, DJ Gigola e Nina Kraviz chegam-lhe mais frios. Ben Klock e Rødhåd soam-lhe sólidos e, ao mesmo tempo, como dois que brilhariam mais sozinhos. O fecho de Oaks com Partiboi69 não a agarra. Compara-o com o que já sentiu no Sónar de 2024 e teria preferido Oaks sozinho. A Numéro Netherlands caminha Goldie sem um tema: a primeira vez que essa assinatura o ouve, com transições que ele não anuncia. Escreve Iwan Smagghe onde o guia escreve Ivan Smagghe, no b2b com Enrica Falqui. As duas grafias de Smagghe ficam juntas.

Na sexta à tarde, Richie Hawtin toca na Praça da República, grátis, com vizinhos de Viana e gente de todas as idades. Pascual diz que é a imagem que leva. De noite, no recinto, Hawtin volta com DEX EFX XOX. O sítio escreve DEX EFX X0X. As duas grafias lêem-se juntas. Ben Sims e Chris Liebing lêem a pista. Joseph Capriati e Luke Slater fecham o troço com La Rock 01, de Vitalic. Quando o sol já aperta, perto das 8 da manhã, entra Daria Kolosova. Pascual vê-a fresca e a sorrir. O set vai rápido, com kicks, e puxa Street Carnival, Baianá e Voodoo People. Antes, no Anti Stage, ouve um bocado DJ Nobu com DJ Yazi. A tenda de Alarico com Yanamaste fica curta e Pascual passa ao palco grande.

O sábado é o dia mais cheio. Pascual entra de madrugada. O calor e a pouca sombra pesam, com a programação ainda aberta de manhã. FJAAK e KINK tocam de frente um para o outro, com visuais a cores, subidas e descidas, sem um título. No Anti Stage, da frente, ouve troços de Chlär e de Dax J, também sem título. Jeff Mills está às 7 da manhã. Laurent Garnier faz Le Grand Finale no Neo Stage. O sábado fecha ao meio-dia. O fecho de Garnier vai mais melódico. Não há um tema escrito. À tarde, no campismo, o duo FJAAK já tinha tocado. A NASTY Magazine diz que Dax J fecha o Anti Stage. Pascual não lhe põe hora.

O fim de semana, como está, continua nesse forte: a manhã de Kolosova com Baianá, o La Rock 01 de Capriati e Slater, e Garnier ao meio-dia de sábado, sem um título. Duro diz ao JN que em 2006 pensava em dez anos, que a festa dos dez já aconteceu, e que na dos vinte estão Garnier, Mills e Hawtin, com três palcos. Antes do nome Antipop, o Público conta Vi a Ana no Castelo, no mesmo forte, só com artistas nacionais: chama-lhe ano zero, e no ano seguinte a câmara pediu algo maior. Esse ano zero não traz algarismo. A Connect Music figura como produtora na ficha da empresa. O agosto já impresso fica fora deste texto.

Site oficial · neopopfestival.com

Redes

Géneros

DRUM & BASS

HOUSE

TECHNO

Ficha

Mês habitual
agosto
Duração típica
3 dias
Cidade habitual
Viana do Castelo
Cidades distintas
2
Sequência mais longa
6 anos seguidos
Organizador
Raul Duro
Primeira edição
2006

Linha do tempo

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