2023–2026

R&B - ROCK - SOUL

Nidaros Blues

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Edições documentadas22023–2026
Anos de história27 anosdesde 2000
País habitualNoruega

Sobre o festival

O Nidaros Blues foi o fim de semana de hotel em Trondheim. Jan Engen dirigia-o. Uma nota da Bluesnews põe o arranque em 2000 e diz que o começo não foi fácil. A festa dos primeiros 20 anos caiu de 24 a 28 de abril de 2019 no Royal Garden, onde a página diz que começou. Em 2025, Engen chamou 26.ª à de 24 a 27 de abril no Clarion Hotel. Se 2000 é o ano um, 2019 é o 20.º e 2025 o 26.º: as contas batem. A página, depois de uma pausa, deixa um aviso de datas para um abril outra vez no Royal Garden. Esse ano não entra aqui. Não conta como uma noite já vivida.

Em 2019 uma greve de aviões complicou o jubileu. Engen disse a Freddy Toresen que só dois artistas não chegaram: o belga Guy Verlinde e o sueco Roffe Wikström. Chegaram a ter 10 ou 12 em risco e começaram a mudar voos três ou quatro dias antes. A chefe dos transportes, nova nesse ano, trabalhou dia e noite. O custo extra estimou-o em até 70.000 coroas. Os Rhythm Kings entraram no lugar de Wikström, com repertório de soul. Na sexta passaram 1.600 pessoas pelo Royal Garden, e outras tantas no sábado. Quatro palcos. Na sexta de manhã, blues para os mais velhos no salão de congressos, toalhas brancas, sandes e café: Jolly Jumper, que é Kjell Inge Brovoll, e Big Moe and The Jimbo Jambo Band. Um aparato traz esse público de casa. No sábado de manhã, blues para crianças, grátis, com a Trondheim Storband e os grandes êxitos dos filmes dos Blues Brothers. Rob Paparozzi, de Nova Jérsia, voz de The Original Blues Brothers Band, tinha ensaiado três temas e acabou a cantar uns dez. Contou que Steve Cropper o chamou para cantar e tocar harmónica, e que não se diz que não. Tinha estado cinco anos antes e viu o dispositivo para as crianças.

Andy Fairweather Low, galês, abriu no salão de congressos com o primeiro riff de guitarra que aprendeu na adolescência: o intro de Route 66, como Keith Richards o tocou no primeiro disco dos Rolling Stones. O set foi do blues rock inglês cedo ao jazz azul e ao soul dos anos 60. Nos solos, menos é mais. Os Black Sorrows, Joe Camilleri e a banda, eram o reencontro mais pedido. Soaram The Chosen Ones e Harley and Rose. O ponto alto para Toresen foi Do I Move You, do disco Citizen Joe. Booker T. Jones e uns músicos jovens serviram o pacote da Stax, sem um título solto na nota. Mud Morganfield, filho de Muddy Waters, também não tem um tema fechado. Ruthie Foster levou Hadden Sayers na guitarra e Scottie Miller nos teclados. No palco acústico, Eric Bibb e Staffan Astner baixaram o volume. Numa pausa da entrevista soava a canção favorita de Engen, e a nota não lhe põe nome. Bottleneck John é Johan Eliasson, com o Delta Trio. Os My Baby, dos Países Baixos, foram discutidos nos corredores: Daniel Johnston, da Nova Zelândia, na guitarra, sem um título. As fotos desse abril são de Arve Reistad.

De 24 a 27 de abril de 2025 o hotel foi o Clarion. Jan Erik Moe conta-o a 2 de maio. A pré-venda ia mal: Engen julgou que Trondheim tinha gasto de mais no mundial de esqui. Depois recuperou. D.K. Harrell, de Ruston, Luisiana, abriu o canto de escuta com o jornalista Øyvind Rønning. A Gibson Lucille dele estragou-se no avião. O técnico Marius emprestou-lhe outra Lucille. Depois fez o espetáculo na Riis. Os SuperCharger Duo, Ernst Wiggo Sandbakk na bateria e Eirik S. Tveten no piano, levaram uma ovação de pé. Cedo na sexta, os Lowlife Brotherhood, com Rick Hauchman, da Carolina do Norte. Depois os Dr. Feelgood, com Robert Kane, pub rock inglês: os membros de origem já não estão. Os Nine Below Zero, Dennis Greaves e Mark Feltham, começaram como Stan's Bluesband em 1977 e tomaram o nome dois anos depois. O público cantava com os dois. Shawn Pittman, de Dallas, na Foraas, com os Özdemirs e Erkan Øzdemir no baixo. Bottleneck John voltou com o Delta Trio. Ola Buan Øien and Vise Menn, Håvard Sterten na bateria e Kåre Andreas Lund no baixo, lançaram o disco Blå nesse sábado, em vinil e em digital.

Therese Ulvan, de Trondheim, entrou sem um título. A Los Angeles Women in Music tinha-a nomeado melhor cantautora, e descreve a música dela como pop com alma e brisa nórdica. Jesper Lindell, de Ludvika, com os Brunnsvik Sound and Horns, também não deixa um tema na nota. Alice Armstrong, vencedora do European Blues Challenge, na Riis: Moe tinha-a visto em Östersund no outubro anterior. Adam Douglas, de Oklahoma, na Noruega desde 2008, com o baterista que canta, Torjus Nevland. Chamam-se a banda mais pequena e mais grande do mundo. Tad Robinson, harmónica, no sábado na Riis: esteve na banda de Dave Specter desde 1990. Ida Nielsen and The Funkbots, na Foraas: Prince teve-a no baixo durante seis anos. D.K. Harrell fechou esse sábado. No domingo à tarde, na Vår Frue kirke, Earl Thomas and The Gospel Ambassadors, 500 bilhetes, uma tarde fria de finais de abril. O blues dos mais velhos, nesse ano, foi o Kongelaget: Dr. Bekken, Brovoll, Halvard Andresen e Arne Skognes. Foi preciso fazer dois turnos. As fotos são de Moe.

Ficou como o fim de semana de hotel à beira do rio, com o salão de congressos, a Riis, a Foraas e, no fecho de 2025, a igreja. Os títulos que foram caminhados são os de 2019: o intro de Route 66, The Chosen Ones, Harley and Rose e Do I Move You. A página deixa o aviso de abril. Esse aviso não é uma noite contada.

Site oficial · nidarosblues.no

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Géneros

R&B

ROCK

SOUL

Ficha

Mês habitual
abril
Duração típica
1 dias
Cidade habitual
Trondheim
Organizador
Jan Engen
Primeira edição
2000

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