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2023O Sol da Caparica Festival 2023
Números, sede e manias da casa
O Sol da Caparica é o fim de semana de música em português no Parque Urbano da Costa da Caparica, em Almada. A primeira edição foi em 2014. A musicfest.pt batiza-o em honra do êxito dos Peste & Sida, com o mote A Música Deu à Costa, e escreve que esse mote não era A Música chegou à Costa. A SIC Notícias, a 15 de agosto de 2014, põe-o no segundo dia e na primeira edição, no mesmo parque. A página de bilhetes BOL dá a morada Avenida Afonso de Albuquerque, 2825-450 Costa de Caparica, e as coordenadas N 38º38'58'' W 09º14'22''. André Sardet, na RFM de 20 de agosto de 2025, chama à semana de 14 a 17 de agosto de 2025 a 10.ª e diz que essa 10.ª afirmou o festival como nacional. A Forbes e o SAPO chamam 11.ª ao fim de semana de 13 a 16 de agosto de 2026. De 2014 a uma 10.ª em 2025 a conta não fecha. Os três números ficam juntos.
O consórcio que o produz desde 2024 é a Domingo no Mundo, de Sardet, e a Music Mov, de António Gomes. A Forbes entrevista-os como organizadores da 11.ª. O SAPO chama a Sardet diretor artístico. Antes de 2024 o texto não carrega um nome de produtor. A semana percorrida é a de 2025. A RFM, Mariana Gonçalves, conta mais de 110.000 pessoas em quatro dias e dois dias esgotados. A musica.com.pt repete 110.000, dois dias esgotados e uma noite de 35.000. A RFM põe os Da Weasel, no terceiro dia, diante de 25.000. Os 35.000 e os 25.000 ficam com a sua noite. Em 2014, a SIC conta cerca de 16.000 na quinta-feira, com Buraka Som Sistema, Peste & Sida e Gabriel o Pensador, e 20.000 na noite de Pedro Abrunhosa e Deolinda, e diz que era a segunda noite seguida nesse número. Os 16.000 e os 20.000 ficam juntos.
Os Da Weasel estrearam-se no festival. A NiT escreve que abriram com Carlão a pedir energia e a saltar para Essência. Seguiram-se Força, Jay, Dúia e Glue_Dawn Pen, com Carlão e Jay-Jay Neige. Em Casa, com Manel Cruz, o público tomou o verso do vocalista e guitarrista e não falhou uma palavra. Também soaram Re-tratamento e Toque Toque. Outro Nível fechou a primeira parte. Voltaram com Adivinha Quem Voltou, Selectah, Tás na Boa e A Palavra (Sassetti). O grupo que a NiT nomeia é Carlão, Jay-Jay Neige, Virgul, Quakas, Guillaz e DJ Glue. Carlão pediu para fazer a revolução, nomeou Gaza e a guerra civil do Sudão, e disse que enquanto houver Benfica ao domingo não se passa nada. Essa frase é dele. A lista do setlist.fm dessa noite é de utilizadores, não a crónica da NiT.
A CH Magazine percorre o segundo dia. Matias Damásio: Loucos fez o público inteiro cantar, Como Antes arrancou sorrisos, Porque Queramos Vernos com Vanesa Martín e Pelos Cantos do Mundo com Mickael Carreira. Menos é Mais: Lapada Dela, o encadeado Até Que Durou, Tu Mandas No Meu Coração, Adorei e Supera, e o fecho País Tropical, com cavaquinho e pandeiro. Richie Campbell, já madrugada: Stress, Midnight in Lisbon e Insomnia. A musica.com.pt, na mesma semana, ouve-lhe Sweet Like a Sugar, Best Friend e Slowly, e Van Zee em Even. As duas listas de Campbell ficam juntas. O mesmo texto põe Bia Caboz com Sentir Saudade e o single Quero é Rir, e Soraia Ramos com Nha Terra, e escreve que ela se emocionou ao pisar o maior palco dedicado à música lusófona. Essa frase do tamanho do palco é do texto.
Julinho KSD estreou Beira Mar. Bluay e Ivandro saíram de convidados. A musica.com.pt chama a isso uma festa íntima de 35.000. Dillaz cantou temas do disco O Próprio e Homem da Sirene, que o texto diz que raramente entra nos diretos dele, e Nota 100 com Julinho KSD. Nininho Vaz Maia está no dia que a CH Magazine descreve, sem um título solto. Rich & Mendes abriram com eletrónica, sem título. A RFM esteve em direto cada dia das 16:00 à meia-noite e nomeia nos camarins Bispo, Primos, Miguel Luz, Soraia Ramos, Matias Damásio e Plágio, sem temas dessa conversa.
O anúncio da semana de 13 a 16 de agosto de 2026, na Forbes e no SAPO, põe no cartaz Calema, Slow J, Sara Correia, Mundo Segundo com Sam The Kid, Nininho Vaz Maia e Quim Barreiros. Isso é a entrevista de antes, não uma noite percorrida. Não há uma crónica dessa semana carregada aqui. Sardet diz na Forbes que o primeiro trabalho é fechar o cartaz, com mais de um ano de desenvolvimento, e que não dependem de dinheiro público. O número que o município teria posto no contrato de 2024 fica cortado no parágrafo que carregou, e não se imprime a meio.
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