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Números, sede e manias da casa
O One Love Festival foi o fim de semana de reggae e roots de Tauranga. O Herald de 26 de janeiro de 2019 situa-o no Tauranga Domain e chama-lhe o quinto ano, com 20.000 pessoas e os bilhetes esgotados. O Te Ao Māori, a 30 de janeiro, chama oitava a essa mesma cita e fala de um recorde de 20.000. O SunLive, Annemarie Quill, a 8 de fevereiro de 2021, põe a desse fevereiro no Wharepai Domain e cita Pato Alvarez: já ia no sétimo ano. Quinto, oitavo e sétimo não batem. O ano da coluna fica vazio. A Câmara de Tauranga data outra a 27 e 28 de janeiro de 2024, e outra a 25 e 26 de janeiro de 2025, as duas no Tauranga Domain. Em 2026 os organizadores deixaram-na em pausa. Não há uma data posterior fechada.
O Herald de 24 de julho de 2021 apresenta Glenn Meikle, da Mount Brewing Co., como o dono novo. Lembra que uns sete anos antes levava o bar no Soper Reserve, no Mount Maunganui, com menos de 2.000 pessoas e um palco de kit que uma mulher armou sozinha. Te Huia lembra essa primeira e o susto de ver um artista saltar sobre as tábuas. Meikle nomeia também Shekira Parata, Takiri Butler e Nicki Broughton como quem leva artistas, produção, segurança, bar e comida desde quase o princípio. Em fevereiro de 2021 Quill ainda chama organizador a Pato Alvarez, da Pato Entertainment, com a Greenroom Vodka e a Mai FM. O aviso de 2026 diz que Alvarez vendeu em 2022 e que já não tem nenhum papel. A RNZ diz que os donos novos compraram em 2021. 2021 e 2022 ficam juntos. Alvarez diz em 2021 que foi o seu primeiro festival e que, com o festival irmão Bay Dreams North e o sócio Mitch Lowe, tinham metido 50.000 pessoas em Bay of Plenty.
No sábado 26 de janeiro de 2019, o Herald caminha o primeiro dia. Stan Walker, de camisa de linho laranja e cabelo louro, canta I'd Rather Go Blind, Take It Easy e Aotearoa. Sobe a mãe, April. Nas redes tinha escrito que era o melhor festival de reggae de Aotearoa e depois corrigiu-se: do mundo. Roman De Peralta, dos Kolohe Kai, pára o set para subir os pais, a primeira vez deles na Nova Zelândia, pelos 26 anos de casamento. Diz à mãe que já pode deixar de gravar, que era o truque para a ter no palco. Depois fica em roupa de surf e toca Cool Down, e anuncia que vai fazer algo que na Nova Zelândia não se tinha feito: surfar o público num insuflável. No cartaz desse dia, sem um título, vão General Fiyah, que o Herald identifica como Lotima Nicholas, de 13 anos, e Ky-Mani Marley.
No domingo 27 o horário do Herald põe Cool Meditation às 12:00, Latasha Lee às 12:25, Raging Fyah à 1:05, Paua às 2:00, Tomorrow People às 2:55, Maxi Priest às 3:50, Katchafire às 4:45, The Black Seeds às 5:40, L.A.B às 6:35, Rebel Souljahz às 7:35 e os UB40 às 8:50, com Ali Campbell, Astro e Mickey. O Te Ao escreve Latahsa Lee. As duas grafias ficam juntas. Os Katchafire cantam Love Letter e estreiam One Hundred. Os UB40 fecham com Red Red Wine e Homely Girl. O Te Ao nomeia Ali Campbell e Astro nessa noite. O horário soma Mickey. Uma avaliação de 2019, citada pelo Herald em 2021, conta 20.797 pessoas, delas 17.996 de fora, e mais de 7,2 milhões de dólares gastos na cidade em menos de três dias. 20.000 e 20.797 ficam juntos.
No domingo de fevereiro de 2021, Quill vê os L.A.B fechar perante 20.000 em Tauranga, e milhares mais por uma emissão grátis. O tema do fecho é Why Oh Why, número um após o disco L.A.B IV de finais de dezembro. Joel Shadbolt diz que fechar o One Love é uma honra, o segundo ano seguido, e que o direto se sente. Não nomeia outra peça dessa noite. Controller, diz, é das suas favoritas para tocar ao vivo: é a frase dele, não uma marca desse domingo. No primeiro dia Stan Walker apresenta Aotearoa como hino de One Love e diz que significa mais porque o mundo está na pandemia. Alvarez diz que, pelas restrições, nesse ano o cartaz é de reggae e roots do país, e que desde o princípio misturou o local com os nomes de fora. Havia água e protetor grátis, uma equipa de covid e pulverizadores. Alvarez chama ao festival um movimento e diz que o dinheiro fica nos bolsos da gente do lugar.
A Câmara, a 22 de janeiro de 2024, espera até 20.000 cada dia a 27 e 28, e fecha ruas desde as 23:59 de sexta 26 até às 6:00 de segunda 29. Cliff Road inteira. Cameron Road, de Brown Street a Wharf Street. A nota manda a onelove.co.nz. Uma foto desse fim de semana mostra Julian Marley no palco principal, sem um título. Para 2025 a mesma câmara fixa o sábado 25 e o domingo 26 de janeiro, fim de semana do aniversário de Auckland, outra vez no Tauranga Domain, e dá o correio info@onelovefestival.co.nz e o sítio onelovefestival.co.nz. O SunLive e a RNZ recolhem o aviso de 2026: deixam-no em pausa pelo clima económico e por mudanças internas. Dizem que mais de 80 por cento do público viaja os dois dias. Pensaram numa versão mais pequena e descartaram-na porque, dizem eles, não seria fiel ao que o One Love representa. Não deixam outra data.
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