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2 edições para explorar · futuro, live e passado
Números, sede e manias da casa
O Osheaga é o fim de semana de música do Parc Jean-Drapeau, em Montreal, na ilha Sainte-Hélène. A Evenko apresenta-o. Nick Farkas é cofundador e vice-presidente sénior de concertos. O sítio osheaga.com, lido a 28 de setembro de 2026, continua a titular de 31 de julho a 2 de agosto de 2026. Essas datas já passaram. O fim de semana com títulos fechados é o de 1 a 3 de agosto de 2025.
A Wikipedia põe a primeira edição no fim de semana do Labour Day, a 2 e 3 de setembro de 2006, dois dias, e chama-lhe festival de música e artes. Então Farkas comprava concertos para a Gillett Entertainment Group. A Pollstar, a 27 de agosto de 2015, deixa-o fundado em 2006, com os chefes Jacques Aube e George Gillette, e uma equipa de menos de 20 pessoas. A mesma peça diz que as pessoas não pronunciavam o nome, que os Coldplay chegaram no quarto ano e que depois se mudaram para a ponte longa de agosto, a primeira segunda-feira. Eminem veio depois dessa mudança. Após a venda da Gillett, o festival passou para a Evenko e Farkas ficou à frente. A Billboard Canada escreve que a Evenko é o maior promotor do Quebec, maioria do Groupe CH, dono dos Canadiens e do Bell Centre, e em parte da Live Nation. A Pollstar, a 30 de julho de 2026, data o acordo com a Live Nation em 2019. O mesmo texto diz ano 19 e, numa frase de Farkas, 20 anos a fazer o festival. 2006, o ano 19 e os 20 anos ficam juntos.
Em 2010, a Wikipedia reparte os bilhetes assim: cerca de 30 por cento de Montreal, 20 de Ontário e 12 dos Estados Unidos. A Pollstar, em 2015, diz que 65 por cento vinham de fora da província. A Billboard, na peça das contratações, diz que cerca de 60 por cento vêm de fora do Quebec e mais de 40 de Ontário, e que a viragem para três dias e uma semana mais tarde, no primeiro fim de semana de agosto, foi em 2011 com Eminem. As percentagens ficam com o seu ano. Farkas, em 2015, põe a ilha a cerca de 10 minutos do centro de metro.
A contagem de 2025 assina-a Richard Trapunski na Billboard Canada. De 1 a 3 de agosto, 142.000 pessoas. O sábado 2 de agosto esgotou. O ano anterior, perto de um recorde de 147.000. No mesmo fim de semana, em Chicago, é o Lollapalooza, com vários dos mesmos nomes. Houve cortes: o de Gracie Abrams, pela chuva, e o de Doechii, pelo tempo. A V13, que chegou na sexta 1 de metro, põe Doechii numa estreia canadiana, num palco de floresta com musgo, e o tema Nosebleeds. Escreve que o recolher das 23:00 quis cortá-la, que ela fez um gesto ao relógio e foi-se embora. As duas versões do corte ficam juntas. Alex Warren, no sábado às 15:00, cantou Ordinary. Trapunski escreve que estava contratado antes de o tema chegar ao número 1 da Hot 100 da Billboard e da Canadian Hot 100. Shaboozey e ele viram-se nos bastidores. A Bar Song (Tipsy), de Shaboozey, tinha picado primeiro no Canadá: isso é a frase do crítico sobre o tema, não uma lista do que soou nessa tarde. The Beaches, no domingo 3, no corpo de letra maior do cartaz, com Blame Brett. Trapunski diz que já tinham estado duas vezes, uma delas em 2018, e o outro ano não carrega no parágrafo.
A REVERIE percorre o domingo. Os Cage the Elephant abrem com Broken Boy e seguem com Trouble, Back Against the Wall, Shake Me Down, Cigarette Daydreams e Come a Little Closer. Matt Shultz atira-se pelo palco. Olivia Rodrigo entra com We Got the Beat, dos Go-Go's, em fita, e segue com Obsessed. O crítico nomeia Traitor, Drivers License, Deja Vu e Vampire, e fecha a gritar a última nota de get him back!. Vestido de corpete prateado. O Toronto Guardian abre a sexta com os Killers e Mr. Brightside. Põe Gracie Abrams no Mountain Stage, os Chainsmokers no Valley Stage com o set cortado por uma tempestade, e Tyler, The Creator a fechar no River Stage. A V13 escreve Bell River Stage: Tyler de azul pó, cenário de aquário, Big Poe com fogo de artifício e Sugar On My Tongue, no chão molhado. Os dois nomes de palco ficam juntos. O Guardian chama ao dia 3 de agosto sábado. O calendário de 2025 põe-no ao domingo. Jamie xx fica no Forest Stage. Chet Faker e Drop the Game saem nessa mesma crónica como o que soou. Kaleo e Way Down We Go, e Tommy Richman e Million Dollar Baby, saem como ficha do artista, não como tema marcado da noite.
A Pollstar, a 30 de julho de 2026, espera 50.000 pessoas por dia e põe Lorde, Tate McRae e Twenty One Pilots no topo do cartaz. Isso é o anúncio da véspera, não a noite. A Wikipedia escreve que esse fim de semana se fez e que esses três encabeçaram. A expectativa e a linha da enciclopédia ficam juntas, sem um título de 2026 marcado numa crónica. Farkas nomeia ao lado o Lasso, de country, e IlleSoniq. A Billboard escreve ÎleSoniq. As duas grafias ficam juntas. Nenhum ano posterior fica impresso aqui.
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