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1 edições para explorar · futuro, live e passado
2023Rock in Evreux 2023
Números, sede e manias da casa
O Rock in Évreux foi o festival de rock e pop no hipódromo de Navarre, em Évreux. Organizou-o a associação Normandie Rock, que em 2017 também se escreve Normandy Rock. A 8 de fevereiro de 2017, no Tagram, o presidente da câmara Guy Lefrand e essa associação apresentam a primeira edição, a 23 e 24 de junho, no mesmo hipódromo onde acabava de fechar Le Rock dans tous ses états. Yann Biville é o diretor. Paul Langeois, que também dirige Beauregard, programa. Vincent Ficot preside. Mario Rodriguez leva a técnica e Yann Gault a comunicação. O passe de um dia custa 42 euros e o de dois dias 70. O campismo só, 10. Os dois dias com campismo, 80. Menos de 12 anos, grátis. Houve 16.000 pessoas nesses dois dias, convidados incluídos. Biville diz que ficaram abaixo do previsto. O hipódromo fica a um passeio e um autocarro do centro, a uma hora de Paris, junto do rio Iton.
A noite percorrida é o sábado 28 de junho de 2025, no mesmo hipódromo. O blogue de eveball põe as portas às 16:00, com gente já para o primeiro grupo. Os Uptight abrem uns 45 minutos. Sabrina Lebon canta e dança, e faz cantar People are you ready? Entre trechos volta o DJ TAD. Diva Faune é um trio: Yogan à voz e à guitarra, Jeremy nos teclados, Valentin na bateria, nas máquinas e nos coros. Os Nada Surf chegam de Nova Iorque. Matthew canta. Daniel Lorca vai ao baixo, com um cigarro que atira à borda do palco e umas rastas na nuca.
A cabeça de cartaz dessa noite, e de todo o festival, é Dire Straits Experience. Chris White, saxofonista dos começos dos Dire Straits, é quem leva o projeto para a frente. Dois companheiros daquela época iam subir com ele e no fim White vai sozinho dessa formação. Terence Reis canta. Soam Money for Nothing, Sultans of Swing, Telegraph Road, So Far Away e Romeo and Juliet. A guitarra não é a de Mark Knopfler. O público tarareia de olhos fechados. Antes dos Groundation, TAD mete efeitos de pirotecnia. Os Groundation fecham a música de grupo. São de 1998 e chegam da Califórnia. Harrison Stafford canta. Marcus Urani vai aos teclados e Ryan Newman ao baixo. O resto entra e sai. Upsilone fecha as portas com as mesas. Na sexta 27, a France 3 anuncia Louis Bertignac, UB40, Captain Sparks and the Royal Company, Train e Yodelice, e adianta Red Red Wine e Meet Virginia como o que iam cantar. O passe de um dia em early bird parte de 35 euros.
A 24 de setembro de 2025 a associação declara-se em cessação de pagamentos. O comunicado de Lefrand cifra o défice acumulado acima de 900.000 euros e diz que não o assumem os contribuintes. No dia seguinte a câmara anuncia que retoma a organização. Em 2026 o fim de semana de junho não se celebra. Lefrand explica que a associação não soube levar a edição de 2025 e que o assunto está na justiça. O orçamento que descreve para o festival anterior ronda os 335.000 euros, dos quais uns 200.000 eram bilheteira, e uns 135.000 ficavam a cargo da aglomeração. O dinheiro público passa a outra edição, de três dias, em Grossœuvre. Essa edição não é a noite do hipódromo.
O cartaz anunciado a 8 de fevereiro de 2017 nomeia The Prodigy, Jain, Trust e Machine Gun Kelly. Dias depois, na Gibert Joseph, Biville acrescenta Gojira, Les Wampas, The Limiñanas, Ásgeir, Austra, Claptone, Peter Peter e Samba de la Muerte. Os grupos de Évreux que abrem, nesse anúncio, são os Slaughterhouse Brothers na sexta e os Wolzovitch no sábado. O passe reduzido, para estudante, comité de empresa, liceu ou aprendiz, fica em 39 euros um dia e 66 os dois. Na sexta 23 houve mais de 15.000 pessoas, quando à tarde a relva ainda estava meio vazia. Em 2019 a capacidade era de 15.000. O número de público dessa edição não se publicou e alguns palcos ficaram com pouca gente. Nomeia MC Solaar e Matmatah entre os nomes.
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