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2023Rolling Saone 2023
Números, sede e manias da casa
O Rolling Saône vive-se sob a Halle Sauzay, avenue Carnot, 70100 Gray, à beira do Saône. Arma-o a Association Rolling Saône. O de 14 a 16 de maio de 2026 já está vivido: foi a 18.ª. A nave cobre uns 1.000 metros quadrados e cabem até 8.000 pessoas; já em ritmo, cabem uns 6.500 cada noite. Dois palcos olham-se, o de águas abaixo e o de águas acima, e toca-se num e depois no outro. As portas abrem às 17:00 e o recinto fecha às 02:00. Entre os dois palcos há uma plataforma elevada, com casas de banho adaptadas atrás, e pedem o cartão de mobilidade. A nave Sauzay, em Gray e à beira do Saona, abre as portas às 17:00 e fecha o recinto às 02:00.
Na quinta 14, dia da Ascensão, o céu ameaçava e fazia fresco. Sob a nave isso deixa de importar assim que se chega à frente. Abriu Mapo, de Gy, entre rap e pop urbano, das 18:15 às 19:00 no palco de águas abaixo. Seguiu Aldebert com o espetáculo Helldebert, metal acessível e cómico, das 19:00 às 20:15 no de águas acima. O cartaz dessa noite segue com Nast, Stephan Eicher, Lesswinter, Eiffel e House of Brass. A sexta: Enelos, Marine, Malo', Djadja & Dinaz, Vanupié, Orange Blossom e Ced.Rec. Já de madrugada no sábado, Orange Blossom fica como um banho de ritmos de vários países e o fecho dessa segunda noite é Ced.Rec. O sábado: Bolidde, Ycare, Solve, Matt Pokora, Oriska e DJ Bens.
A 5 de maio de 2017, na mesma Halle Sauzay, Trust soa L'archange, Au nom de la race, Marche ou crève, Instinct de mort, Comme un damné, Chaude est la foule, Le temps efface tout, F.Haine, On lèche, on lâche, on lynche, Préfabriqués e Antisocial. A 19 de maio de 2023, Les Infidèles abriram a segunda jornada. Vinham do Jura, ao lado, com dois metais, e misturaram canções novas com as que já se lhes conheciam nos anos 90. Soaram Héritage, En disgrâce e Les larmes des maux. Em 2025 passaram Vitaa, Kavinsky, Alonzo e Tagada Jones; 2024, Cali, Keen'V, Koba LaD e Olivia Ruiz; 2022, Christophe Maé, Louane, Ofenbach e Hatik.
A lista arranca em 2007, com Les Wampas e Nadamas. Desde a segunda edição o festival planta-se no centro. Em 2012 os dois palcos enfrentam-se sob a nave. Em 2013 Tryo abre com um dia de avanço e desde então são três jornadas. Em 2017 instala-se um ecrã grande. Em 2018 Stephan Eicher já tinha estado sob a nave: cobriu a baixa de Lartiste no último momento. A associação conta 160 voluntários; meses antes chegam mais, às vezes da mesma família. Gray ronda os 5.500 habitantes, entre Dijon, Besançon, Vesoul, Dole e Langres.
O estacionamento gratuito junto à nave tem 1.200 lugares. O campismo Longue Rive, a 500 metros, à beira do rio, é de tendas e pede a pulseira entre as 14:00 e as 20:00. Por estrada, a A31 sai em Dijon número 4 e segue a D70 durante 41 quilómetros; a A36 sai em Besançon número 3 e segue a D67 durante 38; a A39 sai em Dole número 6 e segue a D475 durante 40. A estação de autocarros, na avenue Carnot, fica a 100 metros da nave. O Paris–Dijon em TGV ronda uma hora e quarenta minutos. No recinto não entram animais, salvo cães-guia. A cadeira dobrável, o vidro e a garrafa de metal ficam de fora; a exceção é a garrafa de água sem tampa. Sair é definitivo. Christophe Laurençot apresentou o cartaz da 18.ª: Pokora e Aldebert já estavam ditos em dezembro. À esquerda, passada a entrada, a banca da ANPAA70 deixa tampas e, no fim, um controlo de alcoolemia antes de conduzir.
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